Você já ouviu falar em on-demand? Essa nomenclatura está muito em alta nos dias atuais, tendo em vista que muitos serviços desse tipo, como o Netflix e o Spotify, têm se tornado populares entre as pessoas.
No entanto, esse conceito não é aplicado somente aos streamings, mas pode ser, também, utilizado na educação!
Com a popularização dos smartphones e os avanços da internet móvel, podemos buscar por informações a todo momento e em qualquer lugar. E assim fazemos, não é mesmo?
Continue o conteúdo e saiba como o on-demand pode se aplicar à educação!
O que é on-demand?
Como o próprio nome sugere, significa algo feito sob demanda, para atender o usuário na hora e com o conteúdo que ele escolher.
A ideia desse tipo de serviço é funcionar como uma locadora dentro de casa. Assim, o cliente passa a ter várias opções de conteúdos para assistir quando quiser.
Na prática, quem possui essa opção não precisa ficar preso à programação de um canal, esperando pelo conteúdo que quer assistir.
Basta selecionar a opção no catálogo da operadora e dar play. A maioria das operadoras disponibiliza o serviço on demand a partir do formato streaming.
Ou seja, o conteúdo é baixado ao mesmo tempo em que o usuário o assiste. Essa é a mesma lógica de outras “locadoras virtuais”, como o Netflix, Amazon Video ou Hulu.
A diferença é que várias empresas vendem esse serviço apenas como streaming, enquanto as operadoras de TV por assinatura nomeiam essa função como on demand.
On-demand na educação: como funciona?
Sempre que procuramos, por exemplo, pelo significado de uma palavra, por uma receita ou por uma maneira de consertar algo em casa, aprendemos algo novo. Google, Youtube e Wikipédia ocuparam os lugares dos antigos dicionários, manuais e apostilas, e nos ensinam sobre qualquer assunto de forma quase inconsciente.
Ao buscarmos informações pontuais para resolver problemas práticos, não temos a sensação de estarmos estudando um conteúdo entediante. A aprendizagem é natural e atende a um desejo sincero de conhecer ou a uma necessidade urgente.
Assim, a educação sob demanda inclui uma mistura de tipos de conteúdo e normalmente envolve vídeo, simulações interativas e guias para download.
Esse formato de treinamento pode ser otimizado tanto para desktop quanto para dispositivos móveis, e sua facilidade de acesso significa que a geografia não representa mais uma barreira para a aquisição de conhecimento.
Ao fornecer a oportunidade para os trabalhadores aprenderem quando e onde quiserem, os educadores aumentam a probabilidade de os alunos se envolverem com o treinamento e de estarem no melhor estado de espírito para reter as informações.
Quatro características-chave do on-demand na educação
Acesso instantâneo
Com um modelo de treinamento conduzido por instrutor, o processo de integração pode ser prolongado ou atrasado devido ao volume de recursos necessários, bem como à logística de agendamento.
Uma abordagem sob demanda permite que os clientes comecem a aprender a usar seu produto imediatamente e conforme sua própria conveniência.
Consistente
O conteúdo sob demanda não está sujeito a flutuações devido à interpretação do instrutor. Todos os clientes em todo o mundo recebem a mesma experiência de treinamento de alta qualidade, não importa onde estejam localizados ou quando participem do treinamento.
Conteúdo pequeno
Essa técnica está se tornando cada vez mais popular.
O treinamento conduzido por instrutor tende a cobrir grandes quantidades de material em uma única sessão de treinamento.
Por outro lado, o treinamento sob demanda é o formato perfeito para oferecer um treinamento pequeno.
O conteúdo é mais fácil de consumir e mais fácil de encaixar na agenda do cliente, seja no escritório, na estrada ou em casa.
Conveniente
O treinamento on-demand oferece uma solução para pessoas que simplesmente perderam o treinamento anterior devido a restrições de agendamento ou precisam de uma atualização.
Microlearning e on-demand: como se conectam?
A ideia do microlearning não é nova: consiste em distribuir informações em pequenas quantidades em vez de realizar um longo treinamento de horas ou dias. Isso poupa tempo, dinheiro e esforços.
As formas de distribuir a informação podem variar, mas geralmente incluem:
- Vídeos curtos;
- Infográficos;
- eBooks;
- Podcasts;
- Artigos e dicas.
No entanto, é preciso ter cautela. Transmitir um conteúdo sem um contexto e um propósito pode ter pouco impacto na sua aprendizagem ou, até mesmo, confundir o aluno.
É aí que entra o learn on demand. Quando disponibilizamos esses materiais para consulta, de acordo com as necessidades da nossa equipe, damos ao aluno a possibilidade de aprender no momento ideal. Caso seja uma necessidade pontual, o vídeo ou artigo, por exemplo, cumprirá seu papel e será “descartado” da memória.
Por outro lado, não há nada que impeça o uso do microlearning em um treinamento tradicional: a consulta constante às pílulas de informação irá, com o tempo, garantir sua memorização e complementar a formação do aluno.
Conclusão
Podemos aprender a qualquer momento e em qualquer lugar, então por que não potencializar essa aprendizagem com uma metodologia que se encaixa perfeitamente nessa nova realidade?
Como vimos agora, com a criação de conteúdo on-demand, as organizações podem garantir que seus funcionários, clientes e parceiros tenham as habilidades e o conhecimento necessários para serem bem-sucedidos em suas funções, independentemente de onde estão no mundo ou quando têm dúvidas.



